A “Dama de Ferro” e uma homenagem às mulheres.


A “Dama de Ferro” e uma homenagem às mulheres.




Se quisermos enaltecer as mulheres devemos buscar as grandes mulheres, e nos afastarmos ao máximo dos movimentos feministas. Aliás, todo movimento que evoca “minorias” não se vale dos méritos dos “protegidos”, porque pessoas de sucesso não satisfazem os seus propósitos, ao revés, enfraquecem.

Eu gosto de mulheres. Admiro as mulheres, o que é diferente de gostar de feministas. Logo, vamos começar por aquela que foi – na minha opinião – a melhor Chefe de Governo de todos os tempos.

"Vou transformar a Inglaterra de uma sociedade do 'Me dê tudo' em uma nação do 'Faça você mesmo". Essa frase foi dita por Margaret Thatcher, em um de seus discursos de campanha, e uma vez eleita a primeira ministra da Inglaterra ela a seguiu como um mantra. 

O início de seu mandato foi marcado por greves, protestos e até mesmo falta de alimentos, Mas Thatcher, apelidada pela imprensa como "A Dama de Ferro" se manteve fiel a seus princípios. Em poucos anos, a situação melhorou e a premiê conseguiu modernizar o sistema produtivo da Inglaterra, diminuiu a inflação e o desemprego, cortou impostos e privatizou indústrias estatais deficitárias. 

Em função do sucesso de seu governo, Thatcher permaneceu onze anos como primeira ministra do Reino Unido, quando renunciou ao cargo. 

Nestes tempos em que reformas duras, mas necessárias, são discutidas no Brasil, vale a pena conhecer o exemplo de liderança de Thatcher, uma mulher preparada e determinada que transformou o seu país e fez história.

A primeira ministra pertencia ao Partido Conservador da Inglaterra. Era liberal econômica e privatizou as empresas deficitárias. Tinha como lema “não dar moleza para os pobres”. Taxou os baixos impostos de forma igualitária.

Mostrou para o pobre que a pior situação é ser pobre. Nada de benefícios, bolsas, caridades, nada de benesses. Colocou as pessoas miseráveis contra a parede, e elas só tiveram uma saída: partir para o trabalho e deixarem de ser pobres.

Em 1982, o general Leopoldo Galtieri resolveu desafiá-la invadindo as Ilhas Falklands, ou Malvinas para os portenhos. Na época o Partido dos Trabalhadores inglês – sempre eles – queriam a renúncia da premiê. Thatcher deu uma lição de eficácia tática e logística militar. Mostrou que o seu governo estava militarmente preparado e que, com Britânicos não se brinca, principalmente no mar.

Essa maravilhosa mulher morreu esquecida. E a mídia brasileira nunca sequer fez uma reverencia a ela. Muito menos os movimentos feministas.

Precisamos urgentemente de uma Margaret Thatcher.

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