Uma imagem vale mais do que mil palavras.

E imagens idiotas são aplaudidas por idiotas. 


Para se fazer um lápis é necessário o grafite, um mineral alótropo do carbono. Faz-se necessário cortar árvores. Caminhoneiros trazem madeiras e minerais de longe, dias de viagem. Motoristas precisam de um bar na rodovia para comerem. O bar precisa comprar arroz, feijão, carne. O boi precisa morrer e abatedouros precisam de luz elétrica. Fazendeiros precisam criar os bois. E para vender cada animal precisam anotar as reses...num lápis!
 
Fui sucinto. A cadeia é infinita. 

 
Pois bem! O cara que vende algodão doce no parque, para mim pode ser espancado. Ele faz um serviço irrelevante e inútil. Para ele é essencial. A vida da família depende daquele docinho, leve como a consciência dos canalhas. 

 
Ora, deixar que um agente público, abastecido por verbas do Erário, dizer quais são os trabalhos necessários à comunidade é o mesmo que delegar à estátua de São Jorge o puteiro a ser frequentado.
Por trás dessa falsa lógica, referendada por uma mídia venal, milhões de brasileiros imploraram pelo vírus da Covid-19, ao verem os filhos sem ter o que comer. Nenhum canalha que professou a quarentena conhece a fome. Nenhum deles viu um filho com fome. 

 
Jair Messias Bolsonaro tentou a isso evitar. Foi apedrejado!

 
Finalizando e parafraseando um outro grande canalha (até o diabo acerta, às vezes) Karl Marx: "Só o trabalho gera riquezas".

 
Nem mesmo o pai dos idiotas é respeitado pelos idiotas!


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